Prefeito de Urucurituba é preso durante operação do Ministério Público

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O Prefeito de Urucurituba-AM, José Claudenor de Castro Pontes do Partido dos Trabalhadores (PT), foi preso na manhã desta quarta-feira (28), em Manaus, durante a operação do Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Amazonas (MP-AM). Além da capital, a ação foi realizada em Itacoatiara e Urucurituba.

Prefeito Claudenor Pontes "Sabugo". Foto: Divulgação
Prefeito Claudenor Pontes “Sabugo”. Foto: Divulgação

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Sabugo, como é conhecido, foi preso às 6hs da manhã em seu apartamento no Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus. Outras equipes da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Defd) junto ao Grupo de Força Especial de Resgate e Assalto (Fera), seguiram para o bairro Parque Dez, na Zona Centro-Sul de Manaus para cumprimentos de mandados de Justiça.

Foto: Divulgação
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Além do prefeito de Urucurituba, foram presos seu irmão José Júlio de Castro Pontes, representante do município de Urucurituba em Manaus-AM, e Eliana da Cunha Melo, Secretária de Finanças do município. Ainda há um Mandado de Prisão em aberto, com diligências em andamento para seu cumprimento.

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A ação é um desdobramento da operação “Coleta de Luxo” tendo por objetivo a apuração de crimes contra a Administração Pública de Urucurituba.

MANDADOS EM ITACOATIARA 

Operação Coleta de Luxo. Polícia Civil de Itacoatiara.
Operação Coleta de Luxo. Polícia Civil de Itacoatiara.

No início da manhã de quarta-feira (28), a equipe coruja da Polícia Civil de Itacoatiara, cumpriu mandados de busca e apreensão em uma residência no bairro Colônia. De acordo com o Delegado Lázaro, Titular da Interativa, o cumprimento foi a pedido do MP-AM, o qual aponta que a empresa tem contrato com a Prefeitura de Urucurituba.

ACUSAÇÕES

Entre as denúncias, consta uma empresa de coleta de lixo, com contrato vigente desde 2017. A empresa com endereço em Manaus, não tem sede própria e nem funcionários, além de não possuir veículos para prestação dos serviços no qual foram contratados. Segundo informações, a empresa recebia mensalmente da prefeitura R$ 162.200,00, sendo que os serviços eram realizados diretamente pela própria prefeitura de Urucurituba.

Dentre os crimes investigados, de modo geral, as condutas dizem respeito ao direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro, com a presença marcante de agentes públicos intimamente ligados às empresas vencedoras de certames licitatórios e crescente incompatibilidade patrimonial com os respectivos ganhos dos envolvidos. Também com base nas provas colhidas, há elementos que apontam não apenas para o direcionamento da licitação e contrato de coleta de lixo no município, mas também para a prestação do serviço em questão pelo próprio poder público, a suas expensas e com recursos próprios, apesar de haver uma empresa contratada para tanto.

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