Manaus | Detentos mantiveram agentes reféns durante rebelião

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Nesta manhã de sábado, 02 de março, por volta das 06h:30min, detentos iniciaram uma rebelião na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), zona leste da capital.

Rapidamente as forças policiais do Estado, Grupo de Intervenção Penitenciária (GIP) e forças de segurança da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) – Rocam, COE, Batalhão de Choque e Companhia de Cães cercaram as proximidades do presídio e iniciaram as negociações.

Em vídeos divulgados pelos detentos, os quais aparecem reivindicando seus direitos, segundo eles estão vivendo de maneira desumana na unidade.

“Estamos vivendo iguais bichos, é desumana a forma que a gente vive. Ninguém vai morrer. Os irmãos morrem dentro da cadeia, as pessoas levam doença pra dentro do presídio.”, afirmou um dos detentos em vídeo.

Familiares dos presidiários que acompanhavam a rebelião em frente a penitenciária, bastantes norvosos e exaltados, informaram aos repórteres, que os detentos estão vivendo de forma desumana e estão reivindicando seus diretos.

“Eles só queriam água, comida, que eles estão tomando água do vaso sanitário, não tem luz, eles estão doentes, e essa polícia vaga… entrou pra matar, porque eles só querem água e comida”, relatou.

O Secretário de Segurança Pública do Estado do Amazonas, Louismar Bonate informou que a rebelião foi uma tentativa de fulga, dos quais estavam fazendo túneis para fugirem da penitenciária.

“O que nós podemos informar, primeiro, todos os reféns estão bem, alguns ficaram um pouco machucados. O objetivo dessa rebelião era fazer uma fulga, eles estavam cavando um túnel, que eles não estão conseguindo fazer no dia-a-dia, distraindo a tropa para poderem fugir, a tropa entrou, dominou a cadeia, sem nenhum proboema, ninguém ferido gravemente, só alguns polícias que levaram pedradas e estão um pouco machucados, mas em um todo a operação foi tranquila”, afirmou o secretário.

Ao todo dezessete pessoas tiveram ferimentos durante o motim, deles dez agentes prisionais (três deles se machucaram ao pular das muralhas), cinco presos e dois policiais militares.

“Todos os reféns estão bem, alguns um pouco machucados porque estavam com estoques no pescoço. O objetivo dessa rebelião era fazer uma fuga, eles estavam cavando um túnel, o que não estavam conseguindo fazer no dia a dia. A tropa entrou, dominou a cadeia, ninguém ferido gravemente, só alguns policiais levaram pedradas e estão machucados”, informou o secretário.

Parte da unidade prisional foi destruída durante a rebelião. Houve depredação de grades, bebedouros e o telhado.

“Quebrou-se uma boa parte da unidade prisional. Já conseguimos detectar grades arrancadas, bebedouros, que era de uso deles e também dos familiares e que era uma reivindicação antiga. Nós conseguimos, ao longo desta gestão, colocar água gelada, e eles foram lá e quebraram tudo. Agora, vamos ter que avaliar o restante”.

A Secretaria de Segurança Pública não descarta transferências de presidiários, e informou que será aberto um investigação para identificar os responsáveis.

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Matéria e Vídeo Produção: Portal ITA LCJ.
Imagens: Divulgação.
Cobertura: CM7 e Portal do Holanda.

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